O Brasil terá até o final do ano cerca de um milhão de estudantes universitários matriculados em cursos à distância. A previsão é de Hélio Chave Filho, diretor de Regulação e Supervisão da Educação à Distância do Ministério da Educação, durante debate na Universidade de São Paulo.
Segundo o representante do órgão,atualmente o país contabiliza aproximadamente 870 mil estudantes nesta modalidade de ensino.
O número total de alunos matrculados será divulgado no Censo da Educação Superior, previsto para ser apresentado ainda este ano.
Um dos comentários da matéria acima foi:
CJSC
Creio que, esse crescimento, pode ser caracterizado como um dos responsáveis a falta de tempo, e aumento da competitividade nas empresas brasileiras – o que exige uma profissionalização e/ou capacitação maior de seus colaboradores, e na metodologia EAD consigo fazer um curso de qualquer parte, à qualquer hora, o que não é permitido no modelo presencial.
Você concorda com isso?
Até mais!
Minha resposta foi:
Concordo com o parecer do CJSC, pois como as empresas exigem profissionais capacitados e esses profissionais, na maioria das vezes, não têm tempo para cursar uma faculdade presencial, a EaD é uma ótima opção, pois além de prepara o profissional, permite que ele cumpra com as exigências das empresas.
Maria Cecília Junqueira – Centro Universitário Anhanguera de São Paulo – Brigadeiro
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Por que estudar por meio do EaD?
Mesmo com a separação estabelecida entre alunos e professores na Educação a distância (EaD), o processo de aprendizagem não é comprometido. Uma amostra disso é a metanálise que provou a eficácia desse processo, pois revelou que a aprendizagem dos alunos por meio de ferramentas on-line foi relativamente superior aos que tiveram participação presencial.
Por meio da distância transacional, Michael Moore reconhece que o ensino e aprendizado são afetados, mas isso não anula, de maneira alguma, o processo de aprendizagem do aluno. Este deve apenas se adequar a uma nova maneira de captar o ensino.
Os métodos comumente usados pelos professores de ensino presencial são: lousa e giz, data-show, filmes e o mais importante: a presença do professor para sanar e esclarecer possíveis dúvidas.
No ensino EaD os métodos são outros, que não excluem nem tampouco comprometem o aprendizado dos alunos. Alguns exemplos são: chat, vídeo conferência, web conferência, mundos virtuais e games multiusuários.
Os mecanismos usados, atualmente, no EaD passaram por processos, conforme os anos se sucederam. Inicialmente, era comum os cursos por correspondência. Depois, o uso de cursos por meio do rádio, televisão e fitas de áudio e vídeo.
Desde a implantação da nova modalidade de curso EaD, o aluno, de acordo com Palloff e Pratt, que se submetia a ele, apresentava uma atitude diferente a dos alunos do ensino presencial. Aquele precisa compreender que o fato de o professor não estar presente ‘in vivo’ requer do aluno dedicação de seu tempo semanal aos estudos e compreensão sobre em que local é possível pratica a aprendizagem – a resposta seria em todos, a partir do momento que o aluno se dedica a esse ofício, aprender.
Esse aprendizado tem sido tão eficiente que, mesmo as universidades de ensino presencial têm destinado parte das aulas, 20%, ao EaD.
A Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) por meio de pesquisas provou que:
Pelo menos 2.600.000 de brasileiros se valem da EaD.
Enquanto na educação presencial, cerca de 80% dos estudantes estão na educação pública; no caso da EaD, ao redor de 75%, estão na educação privada.
Nas regiões Sudeste e Sul, há uma predominância de alunos em instituições privadas, enquanto na região Norte e Nordeste, em instituições públicas.
O Ensino Superior cresce mais que o básico.
Os cursos voltados à formação de professores são o maior grupo (31,5%).
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